João Florêncio de Queiroz

Minha História


Aqui tem início a história das Famílias QUEIROZ E RÊGO.
Neste primeiro capítulo, temos como ponto de partida a vida de Francisca Alzira de Souza Rêgo, minha mãe, e João Florêncio de Queiroz, meu pai.

JOÃO FLORÊNCIO DE QUEIROZ
18 abr. 1885 - 28 jun. 1929

Papai nasceu no dia 18 de abril de 1885. Seu pai era Florêncio de Queiroz e sua madrasta, Alexandrina, mais conhecida como Xandina.

João Florêncio e Francisca Alzira se conheceram e se casaram em 1906, e foram morar no Alencar, perto do açude do governo, em Pau do Ferros, numa pequena casa, com poucos cômodos: uma sala, uma salinha de jantar, cozinha e um quarto.

Papai trabalhava na agricultura, como marchante, abatendo gado e porco para sustentar a família. Lembro-me que era um homem bastante trabalhador. Nessas atividades, sustentou a família até o dia de sua morte, a 28 de junho de 1929. Toda a sua produção era para dentro de casa. Era muita melancia e jerimum. Dificilmente papai vendia o que plantava: preferia dar. E quando ele matava um boi, mandava o fígado inteirinho lá para casa. Como morávamos perto do açude, na hora do almoço as lavadeiras de roupa encostavam lá em casa e mamãe dava almoço para todas, além de um pedaço de fígado. Meus pais gostavam muito de ajudar o povo pobre.

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Meu pai morreu na flor da idade, com apenas 44 anos. Seu passamento se deu em virtude de uma doença que lhe acometeu o fígado, causada pelo excesso de sal e pimenta, dois condimentos que ele não dispensava, em doses generosas, em suas refeições. Essa doença foi-se agravando, até que papai não conseguia mais alimentar-se. Em decorrência, sobreveio-lhe uma fraqueza, a ponto de nem mesmo conseguir ficar de pé.

Como em Pau dos Ferros não havia médicos, nem mesmo um clínico geral, mamãe chamou um médico de Martins, cidade serrana próxima de Pau dos Ferros, doutor Raul Fernandes, que, àquela altura, já nada pôde fazer, uma vez que a doença havia corroído todo o fígado de papai.

Ao falecer, deixou dez filhos, com mamãe grávida de Manoel Florêncio, nascido a 6 de setembro de 1929. Ao todo, foram onze filhos, tendo uma filha, Deusdete, falecido em tenra idade. Ficamos, portanto, para ajudar minha mãe na luta pela sobrevivência, a seguinte escala de irmãos, por ordem de idade: Francisca, Pedro, Maria Estelita, José, Raimunda, eu, Luiza, Ubaldina, Antônio e, em breve, Manoel.

Mamãe obrigava os filhos a irem à escola. Apenas Pedro e José não aprenderam a ler e escrever, pois tiveram, desde cedo, que ajudar papai no roçado.

O texto a seguir sobre a família do meu pai foi extraído do livro:

“Memorial de Família Pesquisa Genealógica”
Elaboração João Bosco Fernandes Co-participação Antônio Fernandes Mousinho

1ª Edição 1994.

Foram outros filhos de Francisco Antônio Chaves e Francisca Fernandes, do Exu, portanto irmão de Herculana Maria de Jesus (Mãe velha):

1. Benedito Lopes Chaves, casado com Leopoldina de Sousa Rêgo, com os filhos: Justina, Libânia, Maria, Elói, Francisco, Britalda, Militão e Raimundo Chaves, os três últimos residiram em Natal/RN;

2. América Lopes Chaves, casada com Manoel Leite, com os filhos: Minervindo, Manoel, Hipólito e Ernesto;

3. Juvêncio Lopes Chaves, casado com Margarida Leite, com os filhos: Agostinho, Américo, Almino, Argemiro, João Leite, Maria e Olímpia;

4. Florêncio Lopes, casado duas vezes: da primeira, houve os filhos: Idalina, Ana Joaquina, João e Antônio. Da 2ª. vez, casou-se com Alexandrina, com os filhos: Manoel, Raimundo, Vicente e Maria Augusta;

- Melquíades Lopes, casado com Maria Idalina, sua sobrinha, filha de Florêncio Lopes, com os filhos: Maria, Francisca, Joana, Francisca (Novinha)

- Vicente Lopes, casado com Hermínia Lopes, irmã de Vicente Lopes, marido de Herculana, filhos: Benedita, Maria, Josefa, Manoel e Raimunda;

- Joaquim Lopes Chaves;

- Francisco Antônio Chaves, casado com Idalina Maria da Conceição, deram origem aos Tobiba, do Exu. Foram seus filhos: - Pedro, Raimundo e João Chaves. Filho de João Chaves é José Chaves de Oliveira, conhecido por José Tobiba, atual proprietário das terras do Exu, que foram de seus antepassados. É residente no Exu.

Outros filhos de Francisco/Idalina:

- Maria, Guiomar, Ricardina, Levina, Francisco, Vicente;

- Francisca Idalina do Espírito, casada com Sebastião Cardoso da Silva, residentes em Marcelino Vieira;

- Lindolfo, Antônio e Joaquim.

Desta forma, são doze os filhos de Francisco Antônio Chaves e Francisca Fernandes, do Exu.

Concluída a descendência de Francisco Antônio Chaves, ou Francisco Lopes Chaves e Francisca Fernandes, do Exu, podemos prosseguir no restante desta irmandade, ou seja, nos demais filhos de Thereza Maria de Jesus e Domingos Lopes Chaves: - Raimundo Lopes Chaves; - Antônio Lopes Chaves - José Lopes Chaves; - Joaquim Lopes Chaves; - João Lopes Chaves; - Viriato Lopes Chaves; - André Lopes Chaves; - Agostinho, Senhorinha, Alexandrina e Maria.

Todos eles tiveram grande prole e descenderam - inclusive Vicente Lopes Cardoso, marido de Herculana, e chefe da família Lopes, de Marcelino Vieira - de Mathias Fernandes Ribeiro e Maria Gomes, bem como de Anna Martins de Lacerda e seu marido José Pinto de Queirós (da Serrinha). Vicente Lopes Cardoso teve mais seis irmãos, que foram: - Francisco das Chagas Cardoso, - Rufino Cardoso, - Antônio Cardoso, - Maria Joana. Tereza e Francisca, todos com muitos descendentes na região de Pau do Ferros e Marcelino Vieira.

FRANCISCA ALZIRA DE SOUZA RÊGO
02 abr. 1885 - 23 ago. 1963

Minha mãe nasceu no dia 2 de abril de 1885, no Guardado, uma serra próxima ao município de São Miguel, já na fronteira com o Estado do Ceará. Seus pais, Ilário de Souza Rêgo Leite e Mariana Ricardina de Souza Rêgo, sustentaram os oito filhos que tiveram nas lides da agricultura. Era a família composta, por ordem de nascimentos, por: Josefa Teodoro de Souza Rêgo, nascida em 1877 e falecida em 1954; Maria Eulália de Souza Rêgo, 1879-1931; Inocêncio de Souza Rêgo;  Catarina de Souza Rêgo; 1884-1898; Francisca Alzira de Souza Rêgo (mamãe), 1885-1963; José Vicente de Souza Rêgo, 1888; e Francisco das Chagas de Souza Rêgo, 1892-1955.

Com a morte de meu pai, tomada de tristeza e de preocupação, mamãe se mudou para uma casa da família Torquato, em Pau dos Ferros, localizada de frente à prefeitura. A casa foi cedida por sua madrinha, Mariquinha de compadre Neo. O prefeito Chico Dantas, para ajudar, ofereceu emprego para Pedro e José. Contudo, como eles não haviam freqüentado a escola e sentindo dificuldades para adaptar-se a serviços burocráticos, o convite foi estendido a algumas de suas filhas, que, com o domínio das matérias do primeiro grau, passaram a ensinar no Grupo Escolar de Pau dos Ferros.

As lutas e sacrifícios foram sem conta. Mas mamãe conseguiu nos educar, baseada, principalmente, na sua fé católica, na qual fortaleceu-se com muita convicção, sem esquecer seu desprendimento e solidariedade para com os próximos, em especial os pobres e os humildes.

Mamãe veio a falecer, em Natal, no dia 23 de agosto de 1963, com 78 anos.

DEPOIMENTOS

José Augusto da Silva Filho*

Vou falar sobre a minha avó materna, queridamente chamada de Titinha. Seu nome: Francisca Alzira do Rêgo. É uma honra escrever sobre ela, sinto-me pequeno diante da grandeza que foi minha avó. Não sou suspeito de escrever tão bem dela, por ser neto, pois o que vou narrar é a pura verdade.

Todo ser humano nasce predestinado a cumprir uma missão aqui na terra. No caso da minha avó, ela cumpriu tão bem esta missão, que o grande exemplo de vida que ela deixou projeta forte foco de luz sobre toda a geração dela: seus filhos, filhas, netos e bisnetos.
De origem pobre, sempre uma grande lutadora, muito religiosa e muitíssimo caridosa. Tinha uma especial predileção pelas pessoas mais pobres do que ela. Conta minha mãe Dona Cícera que meu avô era marchante. Toda vez que ele matava um boi, carneiro, porco etc., minha avó ia às escondidas e retirava daqueles animais o coração, o fígado e demais miúdos para distribuir entre os pobres.

Ficou viúva cedo, pois meu avô morreu com quarenta e poucos anos de vida. Ao partir deste mundo, meu avô deixou minha avó com 10 filhos pequenos, sendo seis mulheres e quatro homens. Ficou viúva, grávida de Manoel Florêncio.

Mesmo pobre e viúva, pois meu avô não deixou quase nada em termos de recursos, de imediato ela deparou-se com uma realidade muito dura de enfrentar. Mas Deus sempre esteve ao lado da minha avó. Procurou logo em seguida botar os filhos  homens  para  trabalhar,  mesmo  sendo   pequenos.   tio Pedro e tio José, que eram os filhos mais velhos, logo se lançaram na luta do ganha-pão. Antônio Florêncio, ainda muito pequeno, ajudava no que podia e por isso só foi alfabetizado quando estava bem grandinho.

Não era brincadeira criar e educar a todos sozinha, pois ela não casou mais. As filhas mais velhas ajudavam a minha avó nos afazeres domésticos e, à medida que iam sendo alfabetizadas, ajudavam a ensinar e a criar os filhos menores.

Apesar das imensas dificuldades para criar e educar a todos, minha avó tinha uma especial atenção no encaminhamento da educação religiosa da sua prole, a ponto de seus filhos e filhas serem até hoje exemplos magníficos de religiosidade. Todos, graças a Deus, seguiram fielmente os ensinamentos da grande lutadora que foi a minha avó, pertencendo e freqüentando com toda a fé a Igreja Católica Apostólica Romana.

Além de sua imensa luta, teria depois a grande responsabilidade de casar os filhos, principalmente as seis filhas. Mas Deus estava presente no lar de minha avó e por incrível que pareça todos foram bem criados para enfrentar a vida.

Com a bênção e assistência do Senhor Jesus, minha avó conseguiu que suas filhas se formassem e, sem exceção, arranjassem excelentes maridos.

Os filhos homens também tiveram grandes sucessos em suas vidas, tanto materiais quanto conjugais.

E minha avó, que viveu até a velhice, teve a felicidade de ver todos os filhos e filhas realizados profissionalmente e bem casados. O que ela presenciou depois foi o resultado do grande milagre: sem doença nem esclerose minha avó pôde desfrutar por longo tempo de uma convivência feliz, rodeada dos filhos, filhas, de dezenas de netos e bisnetos.
Eu, José Augusto da Silva Filho, seu neto, particularmente, tenho uma doce e saudosa lembrança da minha avó, pois quando tinha a idade de 10 anos fui morar alguns meses com ela. Era eu e meu primo Assis Queiroz (Cizinho). Ela tinha a idade aproximadamente de 70 anos quando ficamos com ela.

Meu tio José Florêncio, que era construtor, mandou fazer para ela uma boa casa, em um terreno, atrás da casa dele, na cidade de Pau dos Ferros (RN). Aliás, minha avó casou-se e viveu boa parte de sua vida nesta cidade. Meu tio arranjou para ela uma boa empregada, que atendia a tudo com toda presteza.

Na sua aconchegante residência, eu e meu primo Assis Queiroz privávamos de sua maravilhosa companhia. Sim, era maravilhosa em todos os sentidos, pois, além de ter sua especial atenção e carinho, ela me salvava de grandes surras do meu pai.

Quando o açude e o rio de Pau dos Ferros estavam cheios, eu simplesmente desaparecia de casa. Com o rio cheíssimo, eu atravessava a nado, junto com outros meninos, vendo a hora morrer afogados ou batermos com a cabeça em uma pedra, pois subíamos numa imensa árvore chamada oiticica, para, lá de cima, ver as moças tomarem banho, quase nuas, nas margens do rio, entre as árvores. De vez em quando, despencava um menino lá do alto e elas corriam assustadas e às pressas se vestiam.

Quase anoitecendo e eu não aparecia em casa, nem na casa de minha avó. Ficavam todos me procurando. E meu pai, que chegava cansado do trabalho, ainda ia me procurar, pois minha avó aflita não sabia onde eu estava. Quando ele me encontrava eu corria para a casa da minha avó, pois sabia que ela jamais deixava ele me bater. Uma vez, ela desafiou o meu pai e disse: “Bate nele se você é homem”. Mas minha maior audácia foi atravessar a nado o açude de Pau dos Ferros. Era uma festa, pois o açude estava cheíssimo, com as comportas abertas e os pauferrenses muito felizes com o acontecimento.

Não perdi tempo. Eu e meu amigo Salomão resolvemos atravessar o açude nadando. Era do conhecimento de todos que o açude tinha muitas piranhas, um pequeno peixe carnívoro, vendo a hora eu e meu amigo sermos devorados por estes peixes, pois com qualquer mordida e a presença de sangue era o suficiente para o banquete carnívoro.

Quando estávamos na metade do açude, fomos surpreendidos por um barco que veio nos buscar. Nesta altura dos acontecimentos, chamaram o meu pai e minha mãe para presenciar minha louca aventura.

Ao chegarmos perto da margem do açude, ví meu pai, que estava uma fera, querendo me dar uma surra ali mesmo, na presença de todos. Imediatamente, tive a idéia de fugir do meu pai, saltei do barco e fui nadando para a outra margem do açude, longe dali. Meu pai me chamava, mas eu não atendia, quando então ele disse: “Não tem problema, prestaremos conta em casa”. Diante de tal ameaça, é claro, fui direto para a casa da minha avó. Mas, desta vez, ela deu razão ao meu pai, pois ele foi me buscar e ela não se opôs. Quando chegamos em casa, meu pai disse à minha mãe: “Dê sua surra que depois eu dou a minha”. Levei uma surra de palmatória tão violenta de minha mãe que, depois, meu pai se compadeceu e pouco me bateu.

Mas volto a falar de minha inesquecível avó. A casa onde ela morava ficava perto da Igreja Matriz de Pau dos Ferros. Era costume cada domingo ter uma missa, que começava às 5 horas da manhã. Então, muita gente que ia para a  missa, antes passava na casa da minha avó para tomar café. Ela acordava muito cedo, chamava a empregada, só para preparar o café para dar ao pessoal que ia assistir à missa. Então eu ouvia gente falando: “Não podemos deixar de tomar o café da dona Chiquinha”, apelido carinhoso com que a chamavam. Ela tinha uma imensa alegria em agradar a todos.

Minha avó vivia inseparável do rosário. Eu ia no quarto onde ela dormia e lá estava ela rezando o terço. O pessoal conhecido que ia muito lá, pedia a ela para rezar para acabar os seus problemas, como ficarem curados de suas doenças, os filhos passarem de ano nos estudos etc.

Aconteceu um fato bastante curioso. Por ocasião da Segunda Guerra Mundial, o filho dela Antônio Florêncio embarcou em um navio que ia para a cidade do Rio de Janeiro. Estavam emparelhados três navios e, em um deles, estava o seu filho. Aconteceu que dois desses navios foram afundados pelos submarinos nazistas, menos o navio em que Antônio Florêncio estava. Ele chegou no Rio de Janeiro são e salvo. Atribui-se o fato de nada lhe ter acontecido à força da reza do rosário, pois sua mãe ficou em permanente oração.
É inesquecível o seu tipo físico: era um pouco curvada, muito bem penteada e sempre disposta a ajudar a todo mundo, pois, além de rezar para o bem dos outros, estava sempre preocupada em ajudar os mais pobres, dando comida para aqueles necessitados que batiam à sua porta.

Com 15 anos de idade, vim para a cidade do Natal, morar na casa da minha tia Ubaldina, no bairro do Alecrim. Deixei na cidade de Pau dos Ferros meus queridos pais, irmãos e minha queridíssima avó. Após servir o Exército em Natal, vim morar na cidade do Rio de Janeiro. Depois de estar uns meses no Rio, soube que minha avó tinha vindo para Natal, morar na casa de sua filha, madrinha Francisca, esposa de João Escolástico. Naquela cidade, viveu alguns anos e sempre soube que jamais se separou do seu querido rosário, vivendo feliz e tranqüila, cercada do carinho de seus filhos, dezenas de netos e bisnetos até seus últimos dias. Minha avó, merecidamente lá no céu, clama a Deus graças e bênçãos para sua imensa família aqui na terra, pois seu pedido ao Senhor sempre será atendido, uma vez que faz parte da constelação dos prediletos do Senhor Jesus.
Que seus descendentes herdem dela a sua imensa garra e determinação para vencer os desafios da vida, seguindo sempre o caminho do Bem, sendo sempre profundamente perseverantes na fé em Deus.

* 4º Filho de Cícera Queiroz da Silva & José Augusto da Silva (Ver cap.VII), 6ª filha de João Florêncio de Queiroz & Francisca Alzira do Rêgo.

Antônio Augusto (*)

Conheci a Titinha quando tinha quatro anos. Nosso pai - meu e de Francisco Augusto, meu irmão mais velho - havia casado com madrinha Cícera e, nessa ocasião, a Titinha nos recebia como netos. Titinha tinha qualidades fora do comum. Se preocupava com todos e era feliz por ser correspondida e amada por todos.
As qualidades beneméritas e sociais que lhes eram peculiares impunham nas pessoas que a cercavam um respeito contagiante. Ninguém tinha razões para discórdia. A pessoa de Dona Chiquinha era um exemplo, era uma força mandada por Deus, para ser um guia de bondade, solidário com todos. Não tinha preconceito, tratava a todos como gente. A prova de tudo isto é que ela plantou e colheu, deixando estas maravilhas de descendentes que são suas filhas, filhos, netos e bisnetos, que estão dando continuidade, através dos tempos, a tudo que ela foi: solidária, forte e exigente quando preciso. Ela hoje está no céu e em nossos corações.

(*) Escrito por Antônio Augusto, filho de José Augusto e Maria Souza de Oliveira, enteado de Cícera Queiroz.

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